quinta-feira, 23 de agosto de 2012

                  TRABALHANDO COM PROJETOS
   Os projetos interdisciplinares são de fundamental importância no desenvolvimento das competências e habilidades, proporcionando o exercício da busca e da descoberta, despertando a curiosidade, a criatividade e aumentando no aluno a capacidade de dominar novas informações relacionando-as com o que já sabe, fatores primordiais para o sucesso da aprendizagem.
   Prefiro trabalhar com projetos, que é um ótimo recurso para ensinar desde os anos iniciais, pois além de motivar, faz com que os alunos construam seus próprios conhecimentos.
   Os Projetos são indisciplinares, porque abrangem várias disciplinas fazendo uma interligação das diversas áreas da aprendizagem, fazendo com que os alunos compreendam as relações existentes entre os diversos tipos de linguagens.
   Desenvolver competências e habilidades são as palavras de ordem na educação, e isso significa possibilitar que os alunos adquiram os saberes fundamentais, que os preparam para a nova realidade social e para o mercado de trabalho, sendo assim, o professor precisa proporcionar atividades que integrem as diversas disciplinas e que façam com que o aluno aprenda a identificar, avaliar, formar, analisar situações e relações, cooperar, agir, participar, organizar, construir, elaborar conceitos e gerenciar, que são saberes fundamentais para a construção da autonomia.
 
                         EU E O MEU LAPTOP
    Utilizando as facilidades que o computador nos proporciona, é possível criar textos e conectá-los através de links de uma forma tão prática. Você pode cortar, copiar, apagar, editar, mover,enfim, tudo o que antes era muito limitado no papel, se transformou em brincadeira de criança. Escrever uma reportagem ou um trabalho de pesquisa, sem dúvida, que é mais rápido o auxílio do teclado, do que com a caneta. 
  A escola tem um papel fundamental de informar e conscientizar o aluno de que podem fazer uso de leitura e escrita digital desde que seja adequada ao contexto do cotidiano escolar.
   Todas estas mudanças são boas, nos ajudou a poupar tempo. Um dos pontos negativo com certeza é falta de capacitação, e também a nossa falta de tempo, mas, se tivermos interesse e vontade de aprender conseguiremos, basta correr atrás.
   Na minha perspectiva, a utilização do computador na sala de aula faz sentido para apoiar a realização do trabalho nas várias áreas curriculares, tanto nas atividades individuais como coletivas.
   Escrever uma história, um relato de uma visita de estudo ou de uma experiencia, uma carta ou e-mail, uma notícia para o jornal ou blog da turma, realizar pesquisas na Internet, preparar a apresentação de um trabalho de estudo, explorar software educativo sobre determinado tópico, construir tabelas e gráficos, desenhar, inserir e modificar imagens em documentos de trabalho, são exemplos das múltiplas atividades que podem ser realizadas pelos alunos utilizando o laptop na sala de aula.
   Penso que o fundamental é fazer com que as atividades realizadas com o computador tenham significado para a vida da turma enquanto espaço de aprendizagem, de produção e de partilha de conhecimentos.
           Espaço de Aula na Internet
  Nestes espaços podemos renovar nossas aulas, criar e também colaborar com nossos colegas. Enriquecer nossas aulas com os vários recursos multimídia.
  O Portal do Professor é o de minha preferência, com planos de aulas para todas as disciplinas, com sugestões de atividades que nos auxiliam no desenvolvimento das aulas.
   Escolhi algumas plano de aulas que reforça o que já foi trabalhado em outras aulas, mas que poderá chamar mais a atenção dos alunos, pois com os recursos disponíveis, de uma maneira lúdica, atrai mais o interesse. Espero que, assim, consigam grafar melhor as regras tão complicadas da nossa escrita.
  O segundo link o escolhi, pois estamos trabalhando com o Projeto Folclore e o Trava-línguas fazem parte das manifestações orais da cultura popular que podemos inserir como parte do processo de alfabetização. Através da escrita de palavras com sons parecidos, perceberão a relação fonema-grafema.
  Gostei muito dessas aulas e pretendo realizá-las em minha turma do 4º ANO. Fica aqui, uma sugestão para meus colegas.

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=28822

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=33509

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

RECICLAR SE APRENDE EM CASA


No princípio, o ensino vem do exemplo que dão seus pais. Se, desde pequeno, a criança observa o cuidado e o hábito de separar os materiais (vidros, papéis, plásticos, etc.), também será levado a ter o mesmo comportamento depois. O cuidado com o meio ambiente começa dentro das nossas casas. Logo, a criança pode aprender mais detalhes da reciclagem e da reutilização de materiais na escola.
Como explicar a reciclagem às crianças
Primeiro ensinando-as como selecionar o lixo e onde devemos depositá-lo. Os resíduos podem ser separados em 5 grupos: o de papel, vidro, plástico, restos de comida, e outros mais orientados ao óleo, brinquedos, pilhas, etc. Existem cinco tipos de lixeiras onde devemos jogar o lixo:
1- Lixeira azul: destinado para papel e papelão.
2- Lixeira verde: destinado para vidros, cristal.
3- Lixeira vermelha: para as embalagens de plástico e briks , fora os de metal.
4- Lixeira amarela: para as embalagens de metal e aço.
5- Lixeira marrom: para os restos de comida, ou seja, para a matéria orgânica e também para outro tipo de restos como as plantas, tampas de cortiça, telas, terra, cinzas, pontas de cigarro, etc.
6- Lixeiras complementares: para jogar restos de óleo, brinquedos quebrados e pilhas.
Por que temos que reciclar
É necessário explicar passo a passo porque temos que reciclar. As crianças precisam saber o porque das coisas para fazê-lo. É necessário fazê-las entender que a reciclagem existe para evitar a destruição do nosso meio ambiente.
Exemplos:
1- Papel – para fabricar uma tonelada de papel é necessário utilizar entre 10 e 15 árvores, 7800 Kw/h de energia elétrica e uma grande quantidade de água. Ao reciclar o papel, se reduzirá o corte de árvores, se economizará energia elétrica e uma grande quantidade de água. Além disso, estaremos protegendo animais como os insetos e os pássaros, que dependem muito das árvores para sobreviverem.
2- Vidro – O vidro é reciclável porque está feito de areia, carbonado de cal, carbonato de sódio, materiais que requerem muita energia para sua fabricação. Para fundir vidro descartável se requer menos temperatura que para fabricá-lo com matéria-prima virgem.
3- Aluminio - Pode-se encontrar alumínio em um mineral chamado bauxita. Para extraí-lo e processá-lo requer uma grande quantidade de energia elétrica, sendo que se obtivermos o alumínio reciclando-o, se economizará quase 95% de energia. 
O que podemos fazer para educar as crianças
Podemos seguir a regra dos quatro erres: reduzir, reutilizar, reciclar e recuperar. Reduzir a quantidade de lixo, reutilizar embalagens e sacos, reciclar materiais como o plástico, e recuperar materiais para voltar a utilizá-los.
Paralelamente à educação meio ambiental que devem dar aos seus filhos, os pais também devem seguir algumas normas como sugestão no seu dia-a-dia:
1- Escolher com cuidado os produtos que se compra, considerando as possibilidades de reutilização das embalagens.
2- Evitar comprar produtos com muita embalagem.
3- Sempre que for possível, reciclar os sacos de supermercado para envolver o lixo ou para levá-los quando vão às compras em feira, etc.
4- Reciclar os papéis que utilizamos em casa.
5- Evitar impressões de papel desnecessárias.
6- Fazer com que as crianças usem mais o quadro negro que os papéis.
7- Escolher papéis reciclados.
8- Comprar bebidas em garrafas recicláveis.
9- Usar lâmpadas de baixo consumo.
10- Difundir suas experiências de reciclagem com amigos e familiares. 

PAI!


PAI, COMEÇA O COMEÇO!”

Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - “Pai, começa o começo!”. O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava
descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis...
 Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir ao Pai do Céu :
 “Pai, começa o começo!”.
Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.
 Não sei que tipo de dificuldade eu e você encontraremos pela frente.
Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno Pai do Céu , para pedir sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”.

Ser feliz ou ter razão?

Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos. O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.

Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.

Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.

Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde. Mas ele ainda quer saber: "Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais".

E ela diz: "Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite".

MORAL DA HISTÓRIA:

Essa pequena estória foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho e na vida pessoal. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência: "Quero ser feliz ou ter razão? Não use seu tempo querendo ter razão em tudo ou achando que só você está certo.
" Pense nisso e seja feliz.”

domingo, 12 de agosto de 2012

 UCA
PERGUNTAS,PERGUNTAS,PERGUNTAS...

Os questionamentos no decorrer das aulas por parte da professora é de suma importância, pois quando indagamos nossos alunos a respeito do assunto que estão estudando, levamos-os a prestarem mais atenção nas explicações ou nas atividades propostas, fazendo-os a raciocinar.
 Ao questionarmos no inicío das aulas, quando iremos iniciar um novo conteúdo, nos ajuda conhecer o que nossos alunos já sabem a respeito do assunto, o que não sabem ou se já conhecem um pouco irão buscar na memória, estimulando-os a participarem oralmente da aula e assim terão um melhor aprendizado.
 Quando continuo um determinado conteúdo, faço perguntas a respeito da aula anterior, fazendo uma revisão. Dessa forma, conseguirei saber o que aprenderam, ou o que ainda preciso trabalhar mais para que isso aconteça.
Temos que tentar de tudo para chamar a atenção dos nossos alunos, para que tenham interesse pelas aulas. Ao questionarmos, provocamos, neles a demostrar as experiências que já vivenciaram, pois temos que valorizar o que já conhecem, identificando como constroem suas ideias, ajudando-nos na nossa metodologia.
 Não podemos esquecer das perguntas feitas pelos alunos. E como as fazem, não é mesmo? Só se for de assunto que nada tem haver com a aula, do contrário nunca podemos deixar de responder, pois se partir deles as indagações a respeito do assunto estudado, com certeza é porque estão interessados em aprender mais, ou que já aprenderam. Com isso, só temos que ficarmos felizes.